jeudi 22 décembre 2016

Histoire d'un parcours : Franck Chefdor (Panama)

Les colonnes de ce blog sont ouvertes aux Français qui font leur vie sur le continent latino-américain. Ce mois-ci, découvrons le parcours de Franck CHEFDOR, installé à Panama Ciudad (Panama) :

« Mon premier contact avec l’Amérique latine, je l’ai eu à 20 ans. Au cours d’un voyage au Pérou quasi initiatique, j’ai eu la chance d’aller à la rencontre des communautés Quechuas et Aymaras. Ma passion, déjà vive pour les cultures précolombiennes et pour l’Amérique latine, s’est alors accrue considérablement. 

Après un mémoire de maîtrise de littérature et d’anthropologie comparées, consacré en partie à la littérature nahuatl (au Mexique), j’ai commencé en France une carrière dans l’enseignement des Lettres dans le prestigieux lycée parisien Saint-Jean-de-Passy, connu pour la rigueur de son modèle éducatif. J’y suis resté huit ans. 

Libéral en quête d’une famille correspondant à mes idéaux, j’ai poursuivi en parallèle un engagement politique, d’abord à l’UDF, puis à l’UDI. Responsable des jeunes UDF de la 6ème circonscription des Yvelines, j’ai rejoint l’équipe d’Alain Gournac, sénateur-maire du Pecq (16 500 habitants), comme adjoint en charge de l’urbanisme, des transports et de la circulation (2008-2014). 
Le bureau municipal du Pecq en 2008

Cette expérience a été extrêmement enrichissante, tant sur le plan des dossiers complexes à mettre en œuvre, que sur le plan humain où j’ai noué des relations de grande qualité humaine avec les élus de terrain qui ne comptaient pas leurs heures et leur investissement au service de leurs concitoyens. En 2012, j’ai poursuivi mon engagement pour une éthique politique en me présentant aux élections législatives, aux côtés de Jean Arthuis pour qui j’ai une estime personnelle et une profonde admiration. 
Affiche de campagne en 2012

Puis, en 2014, j’ai décidé d’écrire un nouveau chapitre de ma vie en créant un écolodge en Amérique latine: cette décision n’a pas été aisée car il a fallu laisser mes proches en Europe et me mettre en disponibilité de l’Éducation nationale. Après une prospection théorique, l’hésitation entre l’Équateur et le Panamá, et un voyage de reconnaissance, j’ai sauté le pas.  
Par un heureux hasard (ou un signe du destin), l’une de mes amies française, le Docteur Pascale Jeambrun très impliquée dans la protection des Albinos particulièrement présents au Panama, m’a fait rencontrer Hélène Breebaart ou encore Sandrine Pia Casto. Respectivement créatrice de mode et directrice d’agence de voyage, ces deux femmes sont devenues des amies et font à la fois figure de pionnières de la France au Panama et de véritables ambassadrices du Panama et de la culture Kuna auprès de la communauté française. D’ailleurs, nos compatriotes sont de plus en plus nombreux à venir s’installer dans ce pays très cosmopolite, où la communauté française est particulièrement dynamique, grâce notamment à Panama Accueil

J’ai acquis un terrain pour créer une structure hôtelière dans le golfe de Chiriqui, un lieu encore largement et injustement méconnu où un tourisme vert et de qualité peut-être développé. Parallèlement à la création de cette activité, je me suis impliqué au Lycée Français Paul Gauguin de Panama, au sein duquel j’ai occupé diverses fonctions, pour en devenir l’actuel adjoint au chef d’établissement. Les 40 nationalités des élèves du Lycée Français qui viennent du monde entier illustrent l’attractivité et le cosmopolitisme du pays. 

Les chantiers visant à l’amélioration du Lycée Français sont nombreux : parmi ceux-ci figure le projet immobilier visant à la construction de notre propre structure – un défi extrêmement stimulant pour les années à venir.

Toujours atteint par le virus de la politique, convaincu de la noblesse de l’engagement pour la chose publique (la res publica), je me suis totalement retrouvé dans la campagne de vérité de François Fillon et l’élan formidable qu’a su impulser la primaire de la droite et du centre. Mon désir de voir notre pays se redresser et de voir émerger des personnalités de qualité pour le diriger me pousse aujourd’hui à soutenir bien évidemment François Fillon, mais aussi Pascal Drouhaud car je suis convaincu que ce dernier est le candidat dont nous avons besoin pour nous représenter à l’Assemblée nationale. Sa connaissance de l’Amérique latine et son sens du contact humain m’ont séduit. Pascal peut compter sur mon soutien total dans cette belle campagne qui commence. »
Franck Chefdor et Pascal Drouhaud en juin 2016 au Lycée français de Panama


---------------------------------------------------------------------------------

História de um percurso : Franck Chefdor (Panamá)


As colunas deste blog são abertas aos franceses que fazem a sua vida no continente latino-americano. Este mês, vamos descobrir o percurso de Franck CHEFDOR, instalado na Cidade do Panamá (Panamá).

« Meu primeiro contato com a América Latina, eu o tive aos 20 anos. Durante uma viagem ao Peru, quase iniciática, eu tive a sorte de ir ao encontro das comunidades dos Quéchuas e dos Aimarás. Minha paixão, já viva, pelas culturas pré-colombianas e pela América Latina, então aumentou consideravelmente.

Após um trabalho de mestrado em Literatura e Antropologia Comparada, consagrado em parte à Literatura nahuatl (no México), eu comecei na França uma carreira no ensino das Letras no prestigioso liceu parisiense Saint-Jean-de-Passy, conhecido pelo rigor do seu modelo educativo. Eu permaneci aí durante oito anos.

Liberal, à procura de uma família que correspondesse aos meus ideais, eu procurei, em paralelo, um engajamento politico, primeiramente na UDF, depois na UDI. Responsável dos jovens UDF da 6a. circunscrição de Yvelines, juntei-me à equipe de Alain Gournac, senador-prefeito de Pecq (16 500 habitantes), como adjunto responsável do Urbanismo, Transportes e Circulação (2008-2014). 


Equipe municipal de Pecq em 2008

Esta experiência foi extremamente rica, tanto no plano dos dossiês complexos a executar, como no plano humano, onde eu teci relações de grande qualidade com os eleitos locais que não contavam as suas horas e o seu investimento pessoal ao serviço dos seus concidadãos. Em 2012, eu prossegui no meu engajamento por uma ética política, e me apresentei às eleições legislativas, ao lado de Jean Arthuis por quem eu tenho uma estima pessoal e uma profunda admiração. 


Cartaz de campanha, 2012

Mais tarde, em 2014, eu decidi escrever um novo capítulo da minha vida, criando um ecolodge na América latina: esta decisão não foi fácil, pois tive que deixar os meus familiares na Europa e me pôr à disposição da Educação nacional. Após uma prospecção teórica, a hesitação entre o Equador e o Panamá, e uma viagem de reconhecimento, eu dei o passo.

Por uma feliz coincidência (ou sinal do destino), uma amiga francesa, Docteur Pascale Jeambrun, muito implicada na proteção dos albinos, particularmente presentes no Panamá, me fez encontrar Hélène Breebaart, e ainda, Sandrine Pia Casto. Respectivamente, criadora de moda e diretora de agência de viagem, essas duas mulheres tornaram-se minhas amigas, e são, ao mesmo tempo, pioneiras da França no Panamá e verdadeiras embaixadoras do Panamá e da cultura Kuna junto à comunidade francesa. Aliás, nossos compatriotas são cada vez mais numerosos a vir se instalar neste país muito cosmopolita, onde a comunidade francesa é particularmente dinâmica, graças notadamente a Panama Accueil. 

Eu adquiri um terreno para criar uma estrutura hoteleira no golf de Chiriqui, um lugar ainda largamente e injustamente desconhecido, onde um turismo verde e de qualidade pode ser desenvolvido. Paralelamente à criação dessa atividade, eu me envolvi no Liceu Francês Paul Gauguin do Panamá, no seio do qual eu ocupei diversas funções, para me tornar o atual adjunto do Chefe do Estabelecimento. As 40 nacionalidades dos alunos do Liceu Francês que vêm do mundo inteiro ilustram a atratividade e o cosmopolitismo do país.

As obras de benfeitorias do Liceu Francês são numerosas: entre elas figura o projeto imobiliário visando a construção da nossa própria estrutura – um desafio extremamente estimulante para os anos futuros.

Ainda picado pelo vírus da política, convencido da nobreza do engajamento pela coisa pública (a “res publica”), eu me encontrei totalmente na campanha da verdade de François Fillon e o élan formidável que soube impulsionar a primária da direita e do centro. Meu desejo de ver nosso país se endireitar e de ver emergir personalidades de qualidade para dirigi-lo me encorajam hoje a apoiar, evidentemente, François Fillon, mas também Pascal Drouhaud, pois estou convencido de que este ultimo é o candidato de que nós precisamos para nos representar na Assembleia Nacional. Seu conhecimento da América Latina e seu sentido do contato humano me seduziram. Pascal pode contar com o meu apoio total nesta bela campanha que começa. » 

Franck Chefdor e Pascal Drouhaud em junho de 2016 no Liceu Francês do Panamá