jeudi 27 octobre 2016

Indemnisation des Français de l'étranger suite à une catastrophe naturelle : la non réponse du gouvernement français

À la suite de ma visite en Équateur après le séisme du 16 avril dernier, j'avais saisi les sénateurs de ma famille politique des difficultés extrêmes que rencontraient certains de nos compatriotes directement touchés. 

Les sénateurs Joëlle Garriaud-Maylam et Christophe-André Frassa s'étaient mobilisés par exemple en adressant au gouvernement français, à tour de rôle, des questions écrites pour solliciter la mobilisation d'aides au profit de nos compatriotes directement impactés par le tremblement de terre et la création d'un fonds d’urgence dédié à ce type de catastrophe.

Si le gouvernement n’a pas encore traité la demande du sénateur Frassa, il vient enfin de répondre à la sénatrice Garriaud-Maylam. Lisez bien ce texte qui pourrait s’intituler « L’art de ne pas répondre vraiment à la question posée ». 

Nos concitoyens résidant en Équateur apprécieront.

Extrait de la question : « Mme Joëlle Garriaud-Maylam interroge M. le ministre des affaires étrangères et du développement international sur l'avancée de sa réflexion pour la création d'un fonds d'indemnisation des Français de l'étranger suite à une catastrophe naturelle ou une crise politique majeure et demande si l'État compte débloquer une aide en faveur des entreprises françaises victimes du séisme du 16 avril 2016 en Équateur […] ».

Réponse du ministère : « De manière générale, il appartient à chaque compatriote expatrié, particulier ou entrepreneur, de prendre les assurances nécessaires prévues localement pour pallier les effets éventuels de crises exceptionnelles qui, parfois, sont également couvertes par la décision des autorités locales de déclarer l'état de catastrophe naturelle. […] La création d'une aide financière spécifique à destination des Français expatriés victimes d'une catastrophe naturelle supposerait un dispositif de droit fondé sur la solidarité nationale, indépendamment du seul critère d'indigence applicable au titre de l'aide sociale du programme budgétaire 151. S'agissant des entreprises françaises installées à l'étranger, dans des environnements de sécurité dégradée, le ministère des affaires étrangères et du développement international entretient un dialogue étroit avec elles. […] ».​




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 Indemnización de los Franceses del extranjero despues de une catastrofe natural, la  no respuesta del gobierno frances


A continuación de mi visita al Ecuador siguiendo el seísmo del 16 de abril pasado, había sometido a los senadores de mi familia política, de las dificultades extremas que se encontraban nuestros patriotas directamente fuertemente dañados por el acontecimiento.

Los senadores Joelle Garriaud-Maylam y Christophe AndréFrassa se movilizaron, por ejemplo, escribiendo al gobierno francés, cada uno, preguntas escritas para solicitar la movilización de ayuda hacia nuestros compatriotas directamente impactados por el terremoto y entonces la creación de un fondo de urgencia dedicado a este tipo de catástrofe. 

Aunque el hecho que el gobierno no se pronunció todavía sobre el pedido del senador Christophe-André Frassa , si contesto a la senadora, y lean bien el texto, se podría llamar: ‘el arte de no contestar verdaderamente a una pregunta precisa’

Extracto de la pregunta :La sra. Joelle Garriaud-Maylam interroga al Sr. Ministro de asuntos extranjeros(canciller) y del desarrollo internacional sobre la evolución de su reflexión para la creación de un fondo de solidaridad para los franceses del extranjero víctimas de una catástrofe natural o una crisis política de mayor amplitud, y pregunta si el estado está tomando en cuenta, en desbloquear, una ayuda a favor de las empresas francesas víctimas del seísmo del abril 2016 en Ecuador (…)’.

Respuesta del Ministerio :De manera general, pertenece a cada uno de nuestros compatriotas expatriado, particulares o empresarios, de contratar los seguros necesarios previstos localmente, para cubrir los efectos eventuales en caso de crisis excepcionales cuales, a veces, están igualmente cubiertas por decisión de las autoridades locales en declarar un estado de catástrofe natural,.(…) La creación de una ayuda financiera especifica en favor de Franceses expatriados víctimas de una catástrofe natural, seria sujeta de un dispositivo de derecho fundado sobre la solidaridad internacional, independiente del solo criterio de indigencia aplicable a título de la ayuda social del programa presupuestario 151. Tratándose de empresas instaladas al extranjero, en situación degradada de los alrededores, el Ministerio de asuntos extranjeros y del desarrollo social mantiene un dialogo estrecho con ellas. (…)’.


Para saber más : Leer los textos completos de la Sra. Garriaud-Maylam y la respuesta del canciller (en frances). 


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Indenização dos franceses do estrangeiro, na sequência da catástrofe natural: a não-resposta do governo francês


Na sequência da minha visita ao Equador, após o terremoto de 16 de abril último eu tinha transmitido aos Senadores da minha família política as dificuldades extremas que encontravam alguns dos nossos compatriotas diretamente prejudicados.

Os Senadores Joëlle Garriaud-Maylam e Christophe-André Frassa mobilizaram-se, por exemplo, endereçando ao governo francês, cada um por sua vez, questões escritas para solicitar a mobilização de ajudas, em benefício dos nossos compatriotas diretamente impactados pelo terremoto e a criação

Se o governo ainda não tratou o pedido do Senador Frassa, ele acabe de responser à Senadora Garriaud-Maylam. Leiam bem este texto que poderia se intitular: “A arte de não responder realmente à questão colocada.

Nossos concidadãos residentes no Equador apreciarão.

Extrato da questão: « A Senhora Joëlle Garriaud-Maylam interroga o Senhor Ministro dos Negócios Internacionais e do Desenvolvimento Internacional sobre o avanço de sua reflexão para a criação de um fundo de indenização dos franceses do estrangeiro, na sequência de uma catástrofe natural ou de uma crise política maior e pergunta se o Estado conta desbloquear uma ajuda em favor das empresas francesas vítimas do terremoto de 16 de abril de 2016, no Equador. [...]
».

Resposta do ministro : « De uma maneira geral, pertence a cada compatriota expatriado, particular ou empresa, o dever de fazer os seguros necessários, previstos localmente para amenizar os efeitos eventuais de crises excepcionais que, às vezes, são igualmente cobertas pela decisão das autoridades locais de declarar o estado de catástrofe natural [...]. A criação de uma ajuda financeira específica à destinação dos franceses    expatriados vítimas de uma catástrofe natural suporia um dispositivo de direito fundado sobre a solidariedade nacional, independentemente do único critério de indigência aplicável a título de ajuda social do programa orçamentário 151. Tratando-se de empresas francesas instaladas no estrangeiro, em ambientes de segurança degradada, o Ministério dos Negócios Estrangeiros e do Desenvolvimento Internacional mantém um diálogo estreito com eles […] ».